Review: Fat Peacock AJ Peat Guitars

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Review: Fat Peacock AJ Peat Guitars

 

Acabamento/Construção/Embalagem

Esse é o segundo pedal da AJ Peat Guitars que analisamos e marca mantém um padrão de qualidade bem interessante. O acabamento do modelo que analisamos é impecável. O pedal é pintado num preto fosco com uma águia (que é o símbolo da marca) colorida, tido de maneira muito bem executada. Não é um visual dos mais atraentes mas é bastante chamativo e identifica logo a marca da empresa. Os knobs utilizados são do tipo “chicken head” na cor branca e todas as impressões no pedal são feitas sem falha alguma

A construção do pedal segue o mesmo padrão do acabamento. A placa interna é muito bem montada e organizada, utilizando-se de ótimos componentes. O pedal pode ser alimentado apenas por fonte (padrão Boss) de 9v. Os jacks de in e out ficam na parte da “frente do pedal” assim como a entrada para a fonte de alimentação. Os dois footswitches são do tipo “soft” o que não gera aquele “clik” na hora do acionamento do pedal.

A Embalagem é bem simples, feita em papelão na cor branca e com adesivos identificando o fabricante e modelo. Dentro, o pedal vem muito bem acondicionado numa bolsa de pano e acompanharam o pedal um adesivo, pés de borracha para aplicação no pedal (caso o usuário queira) e um folheto com outros modelos do fabricante.

Timbres

O Fat Peacok é um overdrive/distorion inspirado nas sonoridades clássicas dos amplificadores Marshall Plexi da década de 60. E é curioso como com apenas essa descrição já é possível de entender a proposta do pedal, de tão icônico que esses timbres se tornaram (mesmo com tantos diferentes modelos de Plexi). E nesse aspecto dá para dizer que o pedal cumpre vem a sua proposta. E é o tipo de pedal que pode cumprir algumas funções dentro do seu pedalboard.

Timbres Marshall estão entre os mais desejados pelos guitarristas, e quando você tem a possibilidade de ter esse tipo de sonoridade ao seus pés, é sempre interessante. O Fat Peacock pode ser utilizado de algumas maneiras e para vários estilos, o que torna o pedal sempre mais interessante. Ele pode ser utilizado dentro de diversos estilos de rock, blues e suas vertentes. O timbre “rasgado” característico dos amplificadores ingleses está lá muito bem acompanhado de graves firmes. Com guitarras equipadas com single coils, é bom ficar atento a quantidade de agudos, que já é bem proeminente no timbre do pedal e em guitarras com humbuckers, esse pedal é puro rock’n roll!

Particularmente preferi usar o Fat Peacock com ganho oscilando entre 9 e 12h, o que me oferecia um crunch com bastante “granulação” ou um overdrive mais “parrudo”. O pedal funciona muito bem também com distorção, mas eu não curti tanto ele com altas doses de ganho (para minha aplicação! Se você procura um distortion, pode ir sem medo!). O booster também se mostrou bastante útil em diversas aplicações, pena que ele não pode ser acionado sozinho. Traria ainda mais versatilidade ao pedal!

Se você está em busca de um bom overdrive/distortion, com um timbre específico e clássico para rock, mas ainda assim com uma boa dose de versatilidade o Fat Peacock pode ser o que você procura. Bons timbres de overdrive e distorção aliados a um booster extra podem se tornar uma peça chave dentro do seu pedalboard.

Facilidade de Usar/Achar bons timbres

O Fat Peacock é um pedal bem simples de se usar e rapidamente você encontrará a seu timbre ideal. É importante notar como o pedal se comporta em diferentes guitarras e fazer os devidos ajustes na sua equalização para melhores resultados. Tudo de maneira simples e rápida.

 

Regulagem Favorita

Volume: 12:00h

Treble: 11:00h

Gain: 10:00h

Bass: 13:00h

Boost: 12:00h

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