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22 de fevereiro de 2026Review: Phantom Limb Discomfort Designs

Acabamento/Construção/Embalagem
A Discomfort Designs é uma operação de apenas um homem que fabrica seus pedais na região de Boston nos Estados Unidos. São pedais que carregam uma personalidade sonora e visual bem particulares. O Phantom Limb tem um acabamento simples mas com um resultado final muito legal. O pedal é pintado na cor branca com bolinhas coloridos espalhados pela metade de baixo da caixa, com um resultado visual bem legal. Na metade de cima o visual é bem mais clean, com linhas coloridas e espaço para a identificação clara e visível dos controles. A escolha dos controles e chaves vai fazer você associar esse pedal a modelos de um outro fabricante bem conhecido e a comparação faz bastante sentido.
A construção é bem sólida, com uma placa muito bem montada e organizada, com componentes de boa qualidade sendo utilizados. Os jacks para entrada e saída de áudio ficam localizados na frente do pedal, assim como a entrada para fonte de alimentação. Eu não encontrei informações sobre o consumo do pedal, mas recomendo a utilização de fonte isolada acima de 300mA. A proximidade dos dois footswitches do Phantom Limb pode ser uma questão para quem tem um pé maior. É o preço que se paga para se manter o pedal compacto.
A embalagem da Discomfort Designs é bem simples, no padrão caixa branca com a logo estampada na parte de cima da caixa. Em uma das laterais constam o nome do fabricante e em outra um carimbo com a indicação do modelo. Dentro da caixa, o pedal vem embalado em um saquinho de pano com alguns adesivos bem legais do fabricante. Ainda acompanha o pedal um cartão/manual com informações sobre todos os controles e funções do pedal.
Timbres
Algumas vezes chegam nas minhas mãos alguns pedais que me deixam curioso e intrigado. Mas invariavelmente eu costumo esbarrar nas minhas limitações, já que eu não sou dos guitarristas mais criativos explorando efeitos diferentes do tradicional. Então, quando eu não consigo explorar alguns recursos diferentes que esse tipo de pedal oferece isso acaba gerando alguma frustração ao invés de inspiração, mesmo entendendo as qualidades e virtudes do equipamento que estou testando. O Phantom Limb é um pedal compacto que combina delay e looper e que tinha tudo pra ser um caso desses. Mas não e acabou se tornando um dos pedais mais divertidos e inspiradores que eu testei ultimamente.
Como delay o Phantom Limb apresenta três modos através de um switch: clean (C), drifting modulation(M), e pitch shifted (P). São três modos BEM distintos que vão fazer com que você utilize o pedal de maneiras diferentes. No modo Clean voce tem um delay digital tradicional, para aplicações mais comuns. Foi o modo que eu mais utilizei e quando combinado com os loopers me ofereceu um resultado extremamente musical. Na posição M do switch você vai encontrar um delay com uma cauda com bastante modulação, que também oferecem texturas bem musicais. Uma ferramente legal que o pedal oferece são os controles de Filtro. O Filter e o switch de três posições com Band-Pass, Low-Pass e Hi-pass podem mudar radicalmente a característica das repetições, ampluando bastante os sons que você pdoe conseguir no pedal. No modo M inclusive você consegue, com a atuação dos controles de filtro com que essa cauda modulada se aproxime de um vibrato. O último modo de delay é o Pitch Shifted (P) e é o mais “maluco” dos três, mas estranhamente divertido e musical. As repetições vão sendo alteradas pelo pitch criando texturas bem diferentes e as possibilidades são diferentes do tradicional.
A parte do looper consiste em nove loopers separados com gatilhos de reprodução aleatórios individuais. A probabilidade de acionamento é controlada pelo knob “Chance”. O knob “Length” determina a duração dos loops. Cada vez que você pisa nesse footswitch vai ser surpreendido. Os loopers trabalham de maneira randômica e vão entregando fragmentos do que foi tocado, seja uma nota ou numa sequência como se você tivesse ativado um reverse delay. Você pod econtrolar a chace desses loopers atuarem e por quanto tempo eles vão soar e posso afirmar que eu sempre fui surpreendido quando eles entraram em ação. Claro que as vezes algumas notas podem soar fora de contexto, mas isso faz parte da mágica do pedal. Quando você se acostuma e aprende como o pedal atua, começa a criar possibilidades na guitarra pensando na atuação dos loopers e isso é uma ferramenta muito preciosa. Vale salientar que o looper funciona de maneira independente do delay, então você pode trabalhar com outros efeitos em conjunto com o Phantom Limb, criando ainda mais texturas e cenas.
Fazia tempo que eu não me divertia tanto com um pedal. Como delay o Phantom Limb é um bom pedal e como um looper ele cumpre bem o seu papel. Mas os dois efeitos juntos oferecem sonoridades e possibilidades muito legais que o tranasformam numa ótima opção para quem gosta de explorar novos sons. O fator randômico nos loopers pode incomodar alguns, é verdade. As vezes eles vão para uma direção muito fora do imaginado. Mas mesmo assim é uma ferramente muito legal de se utilizar em determinados trechos de músicas. E quando você mistura isso com um delay bastante modulado ou com um pitch nas repetições, o resultado pode ser surpreendente e imprevisível. Fica minha recomendação para você conhecer esse pedal!
Facilidade de Usar/Achar bons timbres
A operação do Phantom Limb não é tão complicada. Os controles são de fácil entendimento e rapidamente você vai entender como o pedal funciona. Dito isto, será necessário investir umn bom tempo pesquisando tudo o que o pedal tem a oferecer e como esses recursos podem ser úteis para o timbre que você está buscando. Expplore a vontade pois certamente você vai encontrar sonoridades que vão levar sua guitarra para lugares inesperados.
Regulagem Favorita
Time: 10:30h
Regen: 11:00h
M/C/P: C
Mix: 11:00h
Filter: 11:00h
BP/LP/HP: LP
Lenght: 09:30h
Chance: 09:30h
x2/x1/x4: 1x





